O seguinte artigo, que eu aqui reproduzo na íntegra, pertence a um brasileiro de raça branca filho de portugueses e que vive em Lisboa, Oswaldo Melchior. O homem, cuja posição é, como podereis ler em seguida, bastante polémica, é, segundo o próprio, professor de ética, engenheiro rural e até mesmo teólogo!
Estudo provando que o negro é inferior
No passado, a inferioridade da raça negra era consensual, pensadores influentes como Aristóteles, Platão, Voltaire e David Hume acreditavam na existência de uma ligação entre raça, inteligência e realizações culturais. Também pensavam assim Broca, Darwin, Galton e todos os fundadores da teoria da evolução e da antropologia. Todavia, a situação começou a mudar quando teorias pseudo-científicas que pregavam a igualdade racial se tornarammainstream nas ciências humanas. Mas, somente a cortina de fumaça criada por sociólogos enganadores não seria suficiente para derrubar algo tão evidente, foi necessário uma nova inquisição, gerida por governos do mundo inteiro, perseguir e punir qualquer um que ousasse contrariar a posição estabelecida pelo status quo. Contudo, os seres humanos ainda reconhecem que as diferenças raciais existem, o estudo a seguir objectiva sistematizar esse conhecimento, provando de uma vez por todas que brancos e negros não são iguais.
Os primeiros exploradores da África Oriental foram os árabes muçulmanos, eles escreveram como ficaram chocados com a nudez, o paganismo, o canibalismo e a pobreza dos nativos. Um deles afirmou que os negros possuíam a natureza de animais selvagens. Outro se espantou ao descobrir que as crianças não sabiam quem era o pai. Centenas de anos mais tarde, os exploradores europeus tiveram as mesmas impressões. Eles relataram que os africanos pareciam ter pouca inteligência e poucos vocábulos para expressar pensamentos complexos, também reclamaram da falta de hábitos de higiene. Todos os relatos seriam fruto do etnocentrismo? Certamente que não, pois a história está repleta de narrativas sobre visitantes de culturas bem diferentes que mesmo assim elogiaram as qualidades dos outros povos. Os brancos que participaram das viagens de exploração à China eram tão racistas quanto aqueles que exploraram a África, mas suas descrições eram diferentes das que, tanto eles quanto os árabes, escreveram sobre os africanos. Marco Polo descobriu que os chineses tinham construído boas estradas, pontes, cidades ligadas por canais, um sistema de recenseamento, mercados, padrões de pesos e medidas, e não apenas moedas, mas também dinheiro de papel. Mesmo estando consciente da grandeza da Antiga Roma, o italiano Marco Polo escreveu: "Não existe raça mais inteligente na Terra do que os chineses". Para explicar tanta disparidade, os sociólogos defendem que não é possível comparar culturas, porque todas são igualmente evoluídas, cada uma da sua maneira. Ignoram que factores objectivos, entre eles expectativa de vida, saneamento básico e tratamento médico são usados até hoje na comparação de cidades, estados e países. Pena que poucos defensores dessa posição estejam dispostos a abandonar definitivamente a civilização para morarem em tribos.
As diferenças também se manifestam quando as duas raças convivem em sociedade. Nos EUA, os pretos representam menos de 13% do total da população, no entanto, são responsáveis por 50% das detenções por homicídio e roubo, 67% dos detidos por furto são pretos. 50% das vítimas de todos os crimes combinados reportam que o agressor era negro, o que afasta a possibilidade das estatísticas policiais serem tendenciosas. Além disso, os pretos são responsáveis por grande parte dos crimes ditos de "colarinho branco". Assim, são negras 33% das pessoas presas por fraude, falsificação, contrafacção e recepção de objectos roubados, bem como representam 25% dos presos por desvio e apropriação indébita. Os crioulos só estão sub-representados nos delitos fiscais e financeiros, os quais são praticados por pessoas de elevada posição social. Os resultados não só se repetiram em estudos feitos na Europa, mas também no Anuário da Interpol, mostrando que esse padrão racial é consistente numa escala global.
Outro traço comum nos pretos é a promiscuidade, consequentemente, a maioria dos portadores de doenças sexualmente transmissíveis são da raça negra. A Organização Mundial de Saúde acompanha a ocorrência das doenças sexuais, tais como: sífilis, gonorreia, herpes e clamídia. Ela reporta baixos níveis dessas doenças na China e no Japão e altos níveis em África. Estudos feitos nos Estados Unidos, em 1997, constataram que a sífilis nos negros era 24 vezes maior que nos brancos. Enquanto nos brancos a taxa de sífilis era de 0,5 casos por 100.000 pessoas, nos negros era de 22 casos por 100.000. Um recente relatório concluiu que 22% das jovens moradoras de bairros problemáticos das cidades americanas (na maioria negras) sofriam de clamídia. Basta visitar um baile funk para comprovar o que estamos dizendo.
As maiores diferenças estão no quesito inteligência, apesar do teste de QI não ser perfeito, ele tem-se mostrado capaz de prever o sucesso académico e profissional. Baixo QI prediz abuso infantil, crime, delinquência, má saúde, propensão para acidentes, geração de crianças fora do casamento, divórcio antes de decorridos cinco anos e, até mesmo, o acto de fumar durante a gravidez. A média de QI nos orientais é de 106, nos brancos por volta de 100 e nos negros cerca de 85. Usando o teste das Matrizes Progressivas de Raven, que mede o raciocínio sem considerar informação cultural específica, Kenneth Owen obteve o QI de 70 para africanos negros de 13 anos que frequentavam o sistema escolar sul africano, a mais baixa até hoje registada, vale ressaltar que QI de 70 é considerado deficiência. O QI dos mestiços aumenta de acordo com a quantidade de ancestrais brancos, os mestiços da África do Sul têm um QI de 85, o mesmo que os negros nos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Caraíbas. Diversos testes foram realizados e obtiveram resultados semelhantes, inclusive aqueles conduzidos por psicólogos negros, o que fez o Nobel de Fisiologia/Medicina James Watson declarar, em artigo publicado no Sunday Times Magazine de Outubro de 2007, que estava "inerentemente pessimista quanto às perspectivas de África" porque "todas as nossas políticas sociais estão baseadas no facto de que a inteligência deles é a mesma que a nossa, enquanto que todos os testes dizem que não é assim", o que custou o seu emprego. Você, mulher branca, ao ler isso, ainda quer engravidar de um macaco?
Ao contrário do que a maioria pensa, a raça vai muito além da cor da pele. Os pretos levam algumas vantagens nos desportos, Jon Entine, no livro "Taboo: Why Black Athletes Dominate Sports and Why We Are Afraid to Talk About It", concluiu que se comparados com os brancos, os negros possuem ombros mais largos, menos gordura corporal e mais massa muscular. A altura quando sentados é relativamente menor, o que proporciona um centro de gravidade mais elevado e melhor equilíbrio. Os seus músculos incluem mais fibras de contracção rápida, de onde resulta mais energia, também possuem de 3% a 19% mais testosterona do que brancos ou asiáticos do Extremo Oriente. Uma das explicações para a superioridade dos brancos nas actividades intelectuais está no tamanho do cérebro. Em 1942, a partir de um estudo com mais de 2000 crânios, a anatomista Katherine Simmons confirmou no jornal "Human Biology" que os brancos têm crânios maiores que os negros. Como os negros da sua amostra eram mais altos que os brancos, essa diferença nas dimensões médias dos crânios não pode ser atribuída a diferenças no tamanho do corpo.
Num outro estudo, Philippe Rushton escreveu, na edição de 1997 da "Intelligence", sobre os resultados de medições efectuadas em 35000 crianças que foram acompanhadas desde o nascimento até os 7 anos pelo famoso "Collaborative Perinatal Study", as medições feitas no nascimento, aos 4 meses, um ano e aos 7 anos concluíram que as crianças brancas possuem dimensões cranianas maiores que as crianças negras. Novos exames medindo a diferença de tamanho do cérebro foram feitos usando diferentes métodos, incluindo Imagens por Ressonância Magnética ("MRI"), todos eles confirmam que brancos possuem cérebros maiores que os pretos. A medicina é clara ao reconhecer as diferenças biológicas entre as raças, os especialistas em medicina legal podem identificá-la a partir do esqueleto ou do crânio.
Podem ainda identificar a raça a partir do sangue, cabelo e esperma. Negar a existência de raças é uma atitude não-científica e irrealista, pois raça é muito mais do que mera aparência. Agora, é preciso escolher se no futuro a sociedade será formada por cientistas, filósofos, teólogos, professores e engenheiros, enfim, brancos capazes de superar as fronteiras do conhecimento ou por pretos com genética turbinada para fugir da polícia.
No Brasil, sob o pretexto de impedir o racismo, é proibido fazer comparações entre raças. Uma atitude visivelmente contraditória, pois partindo da premissa que raça é um factor irrelevante, as pesquisas seriam a melhor arma para convencer os recalcitrantes. A alegação de que deve-se proibir o estudo comparativo para evitar fraude, poderia, igualmente, ser usada para impedir pesquisas em qualquer área, sendo a opção mais lógica punir quem agisse de má fé. A censura, porém, não se limita a publicações nacionais, estudos estrangeiros sobre o assunto são igualmente proibidos, o famoso livro "A Curva do Sino" de Charles Murray não pode ser encontrado nas livrarias ou bibliotecas. Na Internet brasileira, a situação não é diferente, páginas que façam alusão ao tema recebem milhares de denúncias e forças policiais enviam pedidos de remoção aos serviços de hospedagem. Por outro lado, os pretos podem glorificar publicamente a sua raça, sendo comum o uso de camisas com dizeres "100% negro" e a apologia governamental para criação da identidade negra (Dia da Consciência Negra).
Embora o dogma da igualdade racial esteja generalizado entre os brasileiros, é comum a ideia de que negros são superiores no boxe, básquete e corrida. Estranhamente, defender essa teoria não gera nenhum constrangimento ou repressão. Do mesmo modo, o pais adoptou o sistema de quotas raciais, em alguns casos, factores como renda e qualidade de ensino são ignorados, bastando ser negro para garantir o direito de se classificar com nota inferior. A única maneira da diferença de tratamento ser justificada é aceitando que pretos têm inteligência menor. Um governo que adopta políticas racistas, enquanto democracia, não deveria usar o aparelho repressor do Estado para impedir questionamentos sobre as verdadeiras razões delas serem adoptadas.
Portanto, apesar de mentirem para a população dizendo que os negros são iguais aos brancos, os professores sabem que os pretos possuem o desempenho escolar inferior, a polícia sabe que eles são responsáveis pela maioria dos crimes e os assistentes sociais sabem que eles são a maioria entre os portadores de HIV. O mundo não passou a acreditar na igualdade racial, apenas ficou proibido de expressar aquilo que o bom senso sempre deixou claro. Porém, só saber a verdade é insuficiente para impedir que os nossos descendentes voltem a viver como animais, é necessário criar leis que impeçam a miscigenação, além da implantação de políticas públicas nos moldes do Apartheid. De imediato, sugiro métodos contraceptivos nos macacos junto com a castração obrigatória nos criminosos (negros). Com o apoio da nação, em pouco tempo, a peste negra será só uma lembrança ruim.
Negros: 100 Fatos e uma mentira.
O Brasil terá de pensar mais profundamente a política de imigração. O evento de agora é o dos haitianos que entram pelas portas de Brasileia, no Acre, e Tabatinga, no Amazonas. O governo vem atendendo à emergência do desembarque: 1.600 vistos já foram concedidos e mais dois mil estão em análise. Mas chegou a hora de avaliar de que forma lidar com novas ondas migratórias.
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Na emergência, o governo mobilizou vários órgãos. O Conselho de Refugiados aceitou os que chegaram, o Trabalho deu documentos, a Conab mandou 14 toneladas de alimentos, o Desenvolvimento Social se mobilizou. O Ministério da Justiça fala em aumentar forças de segurança, Acre e Amazonas se esforçam e pedem ajuda. Há casos de empresários, como este jornal mostrou ontem, que já utilizam de forma legal a nova mão de obra.
Por: Mirian Leitão
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*ALGUMAS VERDADES
No texto abaixo se encontram 100 fatos, a vasta maioria deles podendo ser facilmente verificada em um conjunto de enciclopédias, almanaques, textos de psicologia, e outros materiais de referência comumente achados em qualquer biblioteca públicos.
Martin Luther King
A MENTIRA
Inteligentemente escondida dentro desses cem fatos, para incentivar a leitura, está escondida uma mentira. Não é uma mentira vinda de um erro estatístico ou de um erro gramatical, mas uma falsidade ridícula, que é tão absurda a ponto de chocar o leitor como um insulto à inteligência humana, e ao mesmo tempo tão mortalmente maligna que se permitíssemos que ela ficasse sem resposta seu custo final seria incalculável. Eu sinceramente declaro que minhas motivações não são de insultos ou de ódio, mas de profundo amor pela humanidade e verdadeira preocupação pelas suas gerações futuras. Meu propósito não é enganar, mas sim esclarecer, e espero que este trabalho o ajude a refletir e re-examinar seus pontos de vista sobre raça.
FATO Nº 1:
A raça branca atravessou oceanos, navegou rios, escalou montanhas, cultivou desertos e colonizou os mais improdutivos campos gelados. Ela foi a responsável pela invenção da prensa de impressão, distribuição da eletricidade, vôos, foguetes, astronomia, o telescópio, viagens espaciais, armas de fogo, o transistor, o rádio, a televisão, o telefone, a lâmpada elétrica, a fotografia, o cinema, o fonógrafo, a bateria elétrica, os automóveis, as máquinas à vapor, o transporte rodoviário, o microscópio, os computadores, e milhões de outros milagres tecnológicos. Ela descobriu inumeráveis avanços médicos, incríveis aplicações, progressos científicos, etc. Seus membros incluíram nomes como Sócrates, Aristóteles, Platão, Homero, Tácito, Júlio César, Napoleão, William o Conquistador, Marco Polo, Washington, Jefferson, Bach, Beethoven, Mozart, Magalhães, Colombo, Cabot, Thomas Edison, Graham Bell, Pasteur, Leeuwenhoek, Mendel, Darwin, Newton, Galileu, Watt, Ford, Lutero, Da Vinci, Poe, Tennyson e milhares e milhares de outros notáveis indivíduos.
FATO Nº 2:
Através de 6000 anos de história registrada, o negro africano não inventou nada. Nem uma língua escrita, roupas tecidas, um calendário, um arado, uma estrada, uma ponte, uma ferrovia, um navio, um sistema de medidas, ou sequer a roda. (Nota: isto se refere ao negro puro). Ele sequer cultivou uma simples colheita ou domesticou um único animal para seu próprio uso (apesar de muitos animais fortes e dóceis existirem em quantidade ao seu redor). Seu único meio de transporte de bens era o alto de sua cabeça dura e encarapinhada. Para abrigar-se, ele nunca progrediu além da choça de lama, uma construção que um castor ou lontra é também capaz de realizar.
INTELIGÊNCIA
FATO Nº3:
O Q.I. dos negros norte-americanos está entre 15 e 29 pontos, em média, abaixo do Q.I. dos brancos norte-americanos.
FATO Nº 4:
Estas diferenças Negras/Brancas têm sido demonstradas repetidamente por todos os testes já realizados, por cada departamento militar dos Estados Unidos, cada estado, cada município e cada escola, pelo Departamento de Educação Norte-Americano, etc. A mesma taxa de diferença tem se mantida verdadeira por mais de 40 anos.
FATO Nº 5:
Com uma média de Q.I. de 85, somente 16% dos negros chegam a pontuar 100, enquanto que metade da população branca consegue. A sobreposição negra da média de Q.I. branca varia de 10 a 25 por cento — a igualdade requer 50 por cento.
FATO Nº 6:
Negros são 6 vezes mais prováveis de ter um Q.I. entre 50 e 70, o que coloca-os na categoria de aprendizagem lenta (retardados), enquanto brancos são dez vezes mais prováveis de pontuarem 130 ou mais.
FATO Nº 7:
O exame do governo Norte-Americano “PACE” (Marcha), procedido em 100.000 graduados universitários que se candidatam a empregos profissionais ou administrativos no serviço civil todos os anos, consegue ser realizado com uma pontuação de 70 ou acima por 58% dos brancos que o realizam, mas somente por 12% dos negros. Entre aqueles que obtém maior pontuação, a diferença entre negros e brancos é ainda mais chocante: 16% dos candidatos brancos pontuam 90 ou acima, enquanto somente um quinto de um por cento (0,20%) dos candidatos negros pontuam 90 ou acima — uma diferença de 80 para 1 de sucesso branco/negro.
FATO Nº 8:
As diferenças entre crianças negras e brancas aumentam com a idade cronológica, sendo que o vão em performance atinge o maior tamanho no período do colegial e na faculdade.
FATO Nº 9:
As diferenças em Q.I. entre brancos e negros são constantemente desculpadas como resultado de variações ambientais, mas no mínimo cinco estudos que tentaram equacionar históricos sócio-econômicos das duas raças indicaram nenhuma mudança significativa nos resultados relativos. À medida que o ambiente melhora, os resultados dos negros também melhoram, mas também melhoram os resultados dos brancos. O vão não é diminuído.
De fato, vastas pesquisas pelo Dr. G.J. McGurk, professor associado da Universidade de Psicologia de Villanove, revelam que o vão de inteligência entre negros e brancos AUMENTA onde os níveis sócio-econômicos de ambas as raças são elevados para à classe média.
FATO Nº 10:
Em 1915, o Dr. G.W. Ferguson selecionou 1000 crianças estudantes na Virgínia, dividiu-as em 5 categorias raciais, e testou-as com relação às suas aptidões mentais. Em média, negros puros-sangues pontuaram 69,2% tão alto quanto brancos. Crianças três quartos negras pontuaram 73,0% tão alto quanto os brancos. Crianças metade negras pontuaram 81,2% tão alto quanto os brancos. Crianças um quarto negras pontuaram 91,8% da pontuação média branca. Todos esses negros viviam e eram considerados por si próprios como “negros”. Seus ambientes e “vantagens” ou desvantagens eram exatamente os mesmos
FATO Nº 11:
Resultados do teste Beta do Exército Norte-Americano ministrado a mais de 386.000 soldados analfabetos na Primeira Guerra Mundial mostraram que os candidatos negros eram “inferiores aos brancos em todos os tipos de testes usados no Exército”. Adicionalmente, testes foram conduzidos em negros puros, mulatos e quadroons (um quarto negro). Foi descoberto que “os grupos mais claros obtinham as melhores pontuações”.
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FATO Nº 12:
Estudos conduzidos com gêmeos idênticos criados separados em ambientes radicalmente fornecem evidências conclusivas de que a influência geral da hereditariedade ultrapassa a do ambiente em uma proporção de 3 para 1.
FATO Nº 13:
Mesmo quando negros e brancos têm os mesmos antecedentes, em termos de renda familiar e vantagens durante a infância, os negros ainda assim têm pontuações médias de Q.I. de 12 a 15 pontos abaixo dos brancos comparados. Isto inclui casos onde crianças negras foram adotadas por pais brancos. Seus Q.I.s podem ser melhorados pelo ambiente, mas eles ainda são bem mais próximos dos Q.I.s dos seus pais biológicos do que de seus pais adotivos.
FATO Nº 14:
Ideólogos igualitários freqüentemente desprezam os resultados de testes de Q.I. com a desculpa de que eles seriam culturalmente tendenciosos. No entanto, NINGUÉM, nem a NAACP ou o Fundo Universitário dos Negros Unidos (United Negro College Fund), nem a NEA foi capaz de desenvolver um teste de inteligência que mostrasse negros e brancos pontuando igualmente.
FATO Nº 15:
Índios norte-americanos, que freqüentemente vivem em condições muito piores do que os negros norte- americanos durante suas vidas inteiras, ainda assim consistentemente pontuam acima deles nos testes de Q.I.
FATO Nº 16:
Os descendentes de casamentos inter-raciais tendem a ter Q.I.s menores do que o do genitor (pai ou mãe) branco
O CÉREBRO DO NEGRO
FATO Nº 17:
Numerosos estudos foram feitos comparando os pesos dos cérebros branco e negro, com resultados que chegam a um número entre 8 e 12 por cento a menos em peso para o cérebro negro. Tais estudos foram conduzidos por Bean, Pearl, Vint, Tilney, Gordon, Todd, e outros.
FATO Nº 18:
Acrescentando à diferença em peso cerebral, o cérebro negro cresce menos depois da puberdade do que o cérebro branco. Apesar de que o cérebro do negro e seu sistema nervoso atingem a maturidade mais rapidamente do que o do branco, seu desenvolvimento pára numa idade anterior, o que limita avanços intelectuais posteriores.
FATO Nº 19:
A espessura da camada supragranular (a camada externa) do cérebro do negro é cerca de 15 por cento mais fina, e suas circunvoluções são em menor número e mais simples, em média do que as do cérebro branco.
FATO Nº 20:
Os lobos frontais do cérebro do negro responsáveis pelo raciocínio conceptual abstrato são menores relativos ao tamanho cerebral, com menos fissuras e menos complexos do que os do cérebro branco.
ANTROPOLOGIA
FATO Nº 21:
O nome Homo Sapiens foi primeiramente usado pelo botânico sueco Carolus Linnaeus, no século 18. A palavra “sapiens” significa “sábio”. O nome foi originalmente usado para se referir ao homem branco e ser sinônimo de “europaeus” (europeu). Como resultado, muitos taxonomistas e geneticistas acreditavam que os negros e outras raças deveriam ser classificados como espécies diferentes. De fato, Darwin declarou no livro “The Descent of Man” que as variedades da humanidade eram tão diferentes entre si que diferenças similares achadas em qualquer outro animal garantiriam a sua classificação em diferentes espécies, se não até mesmo em diferentes gêneros.
FATO Nº 22:
Para seu monumental trabalho, A Origem das Raças, o Professor Carleton Coon, presidente da Associação Norte-Americana de Antropólogos Físicos e um dos maiores geneticistas mundialmente, coletou maciças evidências da geografia, anatomia, genética, fisiologia, dentição comparativa, lingüística, arqueologia e registros fósseis de mais de 300 sítios arqueológicos de ossos para verificar sua teoria do surgimento das diferenças raciais anteriores ao Homo sapiens. Em outras palavras, o Homo erectus era dividido em raças antes mesmo da evolução para o estágio de Homo sapiens.
FATO Nº 23:
De acordo com o Dr. Coon, enquanto as sub-espécies caucasóides (a raça branca) estava evoluindo na Europa, a raça negra estava estagnada no plano evolucionário e está hoje a mais de 200.000 anos atrasada em relação ao europeu com relação ao desenvolvimento craniano e cerebral.
FATO Nº 24:
Ocrânio negro, além de ter um volume cerebral menor e ossos mais espessos do que o do branco, é prognata; isto é, a parte inferior da face é projetada para frente, de forma semelhante ao focinho de um animal. Como conseqüência, a mandíbula do negro é substancialmente mais longa, relativa a sua largura, do que a mandíbula branca. Uma característica da mandíbula rebaixada do negro é a retenção de um vestígio da “placa símia”, uma região óssea logo atrás dos dentes incisivos. A placa símia é uma característica distinta dos macacos, e é ausente nos brancos.
FATO N º25:
A pele do negro é mais grossa e possivelmente superior a do branco no aspecto que ela impede melhor a penetração de germes e na sua proteção contra os raios ultravioletas do sol.
FATO Nº 26:
A cor escura do negro é devido ao pigmento melanina, que está espalhado em todas as camadas da pele, e é encontrado até mesmo nos músculos e no cérebro.
FATO Nº 27:
Um dentista africano pode distinguir um dente de um negro de um dente de um branco numa olhada.
FATO Nº 28:
Negros têm braços mais longos, relativos à altura do corpo, do que brancos. Esta característica, junto com seus ossos cranianos muito mais grossos, dá aos atletas negros uma vantagem sobre os brancos no boxe. As peculiaridades esqueléticas e musculares dos membros inferiores dos negros lhes deram considerável sucesso como corredores de curta distância, mas deixaram-os relativamente indistintos quanto a corridas de longa distância.
DIFERENÇAS ADICIONAIS
FATO Nº 29:
O cabelo é negro, crespo e encarapinhado, sendo que sua estrutura como fio é chata e elíptica, sem um canal central ou duto, como o cabelo dos brancos europeus.
O nariz é grosso, largo e achatado, freqüentemente com as narinas viradas para fora, expondo a parte vermelha interior do nariz, de forma similar a de um macaco.
Os braços e pernas do negro são relativamente mais longos que os dos europeus.
O úmero (osso do braço) é um pouco mais curto, e o antebraço é mais longo, portanto aproximando-se da forma simiesca. Os olhos são proeminentes, a íris é negra e as órbitas são maiores. Os olhos freqüentemente têm uma esclerótica amarelada, como a de um gorila. O negro tem um tronco mais curto, e o corte transversal (perfil) do peito é mais arredondado do que nos brancos. A pélvis é mais estreita e longa como num macaco.
A boca é larga, com lábios muito grossos, grandes e projetados para frente. A pele negra tem uma grossa camada superficial calosa que resiste ao atrito e impede a penetração de germes.
O negro tem um pescoço maior e mais curto, como o dos antropóides.
As suturas cranianas são mais simples do que as dos brancos e se fecham mais cedo.
As orelhas são arredondadas, relativamente pequenas, ficando mais para cima e destacadas, aproximando-se, portanto, da forma simiesca.
O negro é mais fortemente desenvolvido da pélvis para baixo, e o branco mais desenvolvido no tronco e peito.
A mandíbula do negro é maior e mais forte, e se projeta para frente, junto com uma testa mais baixa e retraída, projetada para trás, resultando num ângulo facial entre 68 e 70 graus, oposto a um ângulo facial de 80 a 82 graus para os europeus.
As mãos e dedos são proporcionalmente mais estreitos e longos. Os pulsos e tornozelos são mais curtos e mais robustos.
Os ossos frontais e parietais do crânio são menos escavados e menos espaçosos. O crânio é mais grosso, especialmente dos lados.
O cérebro do negro em média é 9 a 20% menor do que o dos brancos.
Os dentes são maiores e mais largos entre si do que na raça branca.
As três curvaturas da coluna vertebral são menos pronunciadas no negro do que no branco e, portanto mais próximas das características de um macaco.
O fêmur do negro é menos oblíquo, a tíbia (osso da canela) é mais curvo e torcido para frente, a panturrilha da perna é mais alta, porém menos desenvolvida.
O calcanhar é largo e saliente, o pé é longo e largo, mas pouco arcado, causando pé chato, e o dedo maior é menor do que no branco.
Os dois ossos apropriados para o nariz são ocasionalmente unidos, como nos macacos.
.FATO Nº 30:
Estudos de grupos sanguíneos feitos durante a Segunda Guerra Mundial sugerem que o pool genético do negro norte-americano é cerca de 28% branco. Isto apesar de todos os tipos de discriminação institucional, segregação social, etc. Mantenha em mente que os resultados de testes com verdadeiros negros africanos iriam mostrar diferenças ainda maiores dos brancos.
CRIME
FATO Nº 31:
A taxa na qual negros cometem assassinato é treze vezes maior do que a dos brancos; Estupro e agressões, dez vezes. Estes números, vindos de relatórios do F.B.I., variam de ano para ano, mas claramente mostram a tendência da década passada.
FATO Nº 32:
De acordo com o departamento de justiça, 1em cada 4 homens negros entre 20 e 29 anos está atualmente na prisão, em sursis (suspensão condicional de uma sentença) ou condicional.
FATO Nº 33:
Apesar de serem somente 13% da população dos Estados Unidos, os negros cometem mais de metade dos estupros e roubos, e 60% de todos os assassinatos nos Estados Unidos.
FATO Nº 34:
Aproximadamente 50% de todos os homens negros serão presos e acusados de um crime grave durante seus períodos de vida.
FATO Nº 35:
Um negro é 56 VEZES mais provável de atacar uma pessoa branca do que o inverso.
FATO Nº 36:
Estupradores negros escolhem vítimas brancas mais da metade das vezes (54,9%), 30 vezes mais do que brancos escolhem vítimas negras.
FATO Nº 37:
O relatório anual do Departamento de Justiça mostra que quando brancos cometem violência eles a fazem contra negros 2,4% das vezes. Negros, por outro lado, escolhem vítimas brancas MAIS DA METADE das vezes.
FATO Nº 38:
Em Nova York, qualquer branco tem MAIS DE 300 VEZES MAIS CHANCE de ser agredido por uma gangue de negros do que um negro ser agredido por uma gangue de brancos.
FATO Nº 39:
Muita gente argumenta que as altas taxas de encarceramento negro mostra que a polícia centra seus esforços em crimes negros e ignora crimes do colarinho branco. No entanto, negros cometem também um número desproporcional de crimes do colarinho branco. Em 1990, negros eram 3 vezes mais prováveis de serem presos por fraude, falsificação, e desfalques do que brancos.
FATO Nº 40:
Muita gente acredita que o crime é produto da pobreza e da falta de “oportunidades”. No entanto, o distrito de Colúmbia, que possui as maiores médias de salários anuais e está em segundo lugar apenas atrás do Alasca em renda pessoal per capita, lidera a nação em todas as categorias de crime, incluindo assassinato, roubo, lesões corporais e roubo de veículos. O Distrito de Colúmbia (Washington, capital dos Estados Unidos) também tem o mais estrito controle de armas, o maior custo policial per capita, as maiores proporções de policiais e oficiais corretores por cidadão e a maior taxa de encarceramento. Sua população permanente é 80% negra. A Virginia Ocidental (West Virginia), que tem a menor taxa de crimes do país, sofre de pobreza crônica e possui a mais alta taxa de desemprego nos Estados Unidos. Ela também tem a menor proporção de policiais per capita. A Virgínia Ocidental é mais de 96% branca.
A FAMÍLIA NEGRA
FATO Nº 41:
46% dos negros urbanos entre idades de 16 e 62 anos está desempregada.
FATO Nº 42:
Mais de 66% dos filhos dos negros são nascidos fora do casamento. Per capita, a taxa de filhos ilegítimos deles é dez vezes superior a dos brancos.
FATO Nº 43:
Negros são 4,5 vezes mais prováveis do que brancos de viverem do seguro social.
FATO Nº 44:
Mais de 35% de todos os homens negros nas cidades norte-americanas são viciados em drogas ou em álcool.
BELEZA
FATO Nº 45:
Na edição de janeiro de 1986 do Jornal de Estudos Étnicos e Raciais, “Preferência de cor de pele, dimorfismo sexual e seleção sexual: um caso de co-evolução genético-cultural?”, por Peter Frost e Pierre Van der Herghe, constatou que em qualquer raça, as mulheres tendem a ter a pele mais clara que o homem.
Usando arquivos etnográficos padrões de 51 sociedades nos 5 continentes nos quais foram registrados suas preferências pela cor da pele humana, o estudo encontrou que 30 preferiam mulheres mais claras, e 14 preferiam homens mais claros. As culturas da Índia, China, Brasil e Bali, assim como os árabes e os negros, consideram as mulheres mais brancas como as mais bonitas (perpetuando o atrativo estético da pele de marfim, bochechas rosadas, olhos azuis e cabelos louros do “ideal nórdico” de beleza feminina) mesmo quando eles não possuem a capacidade genética de reproduzir tal organismo.
Com o passar do tempo, o estudo disse, as classes superiores de todas as raças têm se tornado mais claras de pele do que o resto de seus compatriotas, porque a elite tem escolhido repetidamente as mulheres mais claras das classes mais baixas para procriar. (ver também Nº 11)
FATO Nº 46:
Uma pesquisa científica sobre o que constitui a beleza humana, na qual 300 juízes de variadas origens foram apresentados a retratos fotográficos e perguntados ao grau de beleza da face do indivíduo revelou que brancos nórdicos são universalmente reconhecidos como os humanos mais atraentes, até mesmo pelos negros. Os juízes foram instruídos a avaliar as faces somente de acordo com seus “critérios e padrões pessoais de beleza, e não considerar normas populares”. Os resultados do estudo “Idade, sexo, raça, e a percepção da beleza facial”, publicados em Developmental Psychology, 5, Novembro de 1971, págs 433-439, estão reproduzidos abaixo.
ESTUDO SOBRE AVALIAÇÃO DE BELEZA POR GRUPOS
Características dos Juízes
Grupos melhor avaliados
Brancos de 7 anos
Adolescentes brancos
Negros de 7 anos
Adolescentes brancos
Brancas de 7 anos
Adolescentes brancas
Brancos de 12 anos
Adolescentes brancas
Negros de 12 anos
Adolescentes brancas
Brancas de 12 anos
Adolescentes brancas
Negras de 12 anos
Adolescentes brancas
Brancos de 17 anos
Adolescentes brancas
Negros de 17 anos
Adolescentes brancas
Brancas de 17 anos
Adolescentes brancas
Negras de 17 anos
Adolescentes brancas
Brancos adultos
Adolescentes brancas
Negros adultos
Adolescentes brancas
Brancas adultas
Adolescentes brancos
Negras adultas
Adolescentes brancos
FATO Nº 47:
Em experiências nas quais crianças negras foram deixadas livres para brincar com bonecas brancas e negras, foi descoberto que a maioria delas preferiria brincar com bonecas brancas. Isto é verdadeiro por todo o mundo. Até mesmo em locais como Tobago.
HISTÓRIA NORTE-AMERICANA
FATO Nº 48:
A Declaração da Independência, que contém a tão repetida frase “… todos os homens são criados iguais…” foi escrita por Thomas Jefferson, que possuía cerca de 200 escravos na época, e que nunca libertou um deles, incluindo os mulatos e os “quadroons” (1/4 negro). As palavras de Jefferson certamente não se referiam aos negros, que na época não tinham nenhum lugar na sociedade, exceto como propriedade.
Thomas Jefferson
FATO Nº 49:
A Constituição foi escrita por e para “o povo”, e dedicada “para nós e nossa posteridade”. Todos os 55 delegados que se encontraram em Filadélfia para escrever a Constituição e todos os membros das convenções dos 13 estados que a ratificaram eram da raça branca. (38) O DICIONÁRIO WEBSTER’S DE 1828 define posteridade como: POSTERIDADE. 1. Descendentes; filhos, filhos dos filhos, etc. indefinidamente; a raça que procede de um progenitor. 2. Num senso geral, gerações sucessivas; oposto a ancestrais.
FATO Nº 50:
A 14ª Emenda é inválida pelas seguintes razões: Ela nunca foi ratificada por três quartos de todos os Estados da União de acordo com o artigo 5 da constituição dos Estados Unidos. De 37 Estados, 16 a rejeitaram.
Muitos dos Estados que foram contados como a ratificando foram compelidos a fazer isso sob ameaça da ocupação militar. Qualquer ato legal considerado sob ameaça de força e coerção é automaticamente nulo e inválido.
O FATO de que 23 Senadores foram ilegalmente excluídos do Senado Norte-Americano mostra que a Resolução Conjunta propondo a Emenda não foi submetida ou adotada por um Congresso constitucional.
A intenção da 14ª Emenda é repugnante à Constituição original dos Estados Unidos e à Lei Orgânica da nação. Ela não iria, e não poderia repelir qualquer coisa que fosse parte da Lei Orgânica. Portanto, os princípios precedentes e decisões anteriores a tornam nula. (23)
FATO Nº 51:
Na Proclamação de Emancipação proferida por Abraham Lincoln em setembro de 1862 ele disse: “Eu tenho insistido na colonização dos negros (de volta para a África) e eu irei continuar. Minha Proclamação de Emancipação estava ligada a esse plano (de colonização). Não há lugar para duas raças distintas de homens brancos na América, muito menos para duas raças distintas, de brancos e negros . . . . Eu não consigo pensar em uma calamidade maior do que a assimilação do negro em nossa vida social e política como um nosso igual . . . Dentro de vinte anos nós podemos pacificamente recolonizar o negro (de volta na África) . . . sob condições nas quais ele poderá voltar a plena humanidade. Isso ele nunca poderá fazer aqui. Nós nunca conseguiremos realizar a união ideal que nossos pais fundadores sonharam, com milhões de seres de raças estranhas e inferiores entre nós, cuja assimilação não é possível nem desejável.”
Abraham Lincoln
FATO Nº 52:
Lincoln de FATO propôs uma emenda à constituição que iria autorizar o Congresso a recolonizar todos os negros libertos de volta na África. Em 15 de agosto de 1862, o Congresso arrecadou mais de meio milhão de dólares para esse propósito. Milhares de negros já tinham sido mandados de volta para a África quando Lincoln foi morto com um tiro.
WASHINGTON D.C.
FATO Nº 53:
O Distrito de Columbia, que é aproximadamente 70% negro, lidera os Estados Unidos em muitas áreas:
A maior taxa de crimes do país.
O controle mais rígido de armas.
A maior taxa de aprisionamento.
A maior taxa de natalidade.
A maior taxa de mortalidade.
A maior taxa de assistência federal per capita.
O maior número de receptores de cheques da assistência social, “welfare”, per capita.
A mais alta taxa de nascimentos ilegítimos.
A mais alta taxa de abandono escolar, mesmo quando os professores são os mais bem pagos nos Estados Unidos.
A mais alta taxa de gonorréia e sífilis.
A mais alta incidência de AIDS.
PORTUGAL
FATO Nº 54:
Povoado por uma população branca, a nação de Portugal cresceu em quatro séculos para ser a mais rica e poderosa nação no mundo. Um grande poder comercial e marítimo, Portugal tinha grandes colônias na Ásia, África e América.
Seus marinheiros foram os primeiros a explorar as costas da África ocidental e trouxeram com eles centenas de escravos negros. Pelo ano de 1550, no ápice do poder de Portugal, um décimo de sua população era negra. Hoje, a população de Portugal é descrita como sendo uma das mais homogêneas da Europa, tendo lentamente absorvido a genética negra. Em 1975 o país tinha perdido todos os seus territórios exteriores.
Seus trabalhadores são os mais mal-pagos na Europa eles têm a maior taxa de analfabetismo e uma grande taxa de mortalidade infantil. Em termos de arte, literatura, música, ciência e filosofia, o “novo” Portugal tem produzido praticamente nada em 100 anos, e pela maioria dos padrões é a nação mais atrasada da Europa. *Lembre-se que a população negra dos Estados Unidos é aproximadamente de 13%.
HAITI
FATO Nº 55:
A República do Haiti, a única república completamente negra no Hemisfério Ocidental também é a nação mais pobre no Hemisfério Ocidental. O Haiti também tem a expectativa de vida mais curta, o maior analfabetismo, a menor taxa de consumo de jornais e publicações per capita, a menor renda e PIB per capita, e o mais baixo nível de estabilidade política.
HAITI
FATO Nº 56:
O Haiti já teve um futuro promissor. Antes de 1789, como uma colônia francesa sob domínio branco, San Domingo (Haiti) era tão rica ou mais em produtividade do que todas as 13 colônias Norte-Americanas. Ela era considerada a “jóia da coroa” do sistema colonial francês, e era de FATO a mais próspera colônia do mundo.
Povoada por 40.000 brancos, 27.000 mulatos livres e 450.000 escravos negros, um clima generoso e um solo produtivo, ela fornecia para toda a França e metade da Europa com açúcar, café e algodão. Mas em 1791, o governo francês anunciou um decreto ordenando o Haiti a dar poder de voto aos mulatos, e logo anunciou outra, ordenando a libertação de todos os escravos. Isto resultou em uma sangrenta guerra civil na qual a população branca inteira (40.000 franceses) foi assassinada, até o último homem, mulher e criança. Estupro, decapitação e mutilação foram cometidos quase universalmente com seus corpos.
FATO Nº 57:
Depois que os negros massacraram os últimos restantes da população branca em 1804, o Haiti permaneceu como parte de São Domingo, até que em 1844 ele se tornou uma “república” separada. Entre 1844 e 1915, somente um presidente haitiano completou seu período inteiro de mandato.
Quatorze foram expulsos por levantes armados, um foi explodido, um foi envenenado e outro foi cortado em pedaços por uma multidão enfurecida. Entre 1908 e 1915 as revoluções e assassinatos aumentaram tão rapidamente que uma ocupação militar Norte-Americana foi necessária para restaurar a ordem. Ela durou de 1915 a 1934. Depois disso seguiram-se doze anos de domínio por um mulato da elite que se acabaram quando militares negros reassumiram o controle em 1946. Desde então corrupção total e assassinato político têm sido a regra.
ÍNDIA
FATO Nº 58:
Os povos negróides da Índia têm sido sujeitos a numerosas invasões brancas por mais de 5000 anos, levando a ascensão e queda de uma civilização após outra, sempre que os invasores brancos acabavam absorvidos pelas massas não-brancas. Então, por volta de 1800 a.C, os Arianos novamente invadiram, pelo noroeste, desta vez estabelecendo um rígido sistema de castas (“varna”, que significa cor), um sistema de supremacia branca que eventualmente passou a fazer parte integral da religião hindu. Mistura racial foi banida e punida com a morte.
FATO Nº 59:
Liderados por uma classe dominante Ariana, a Índia Clássica floresceu como uma grande cultura, dando expressão à filosofia, poesia, ciência, matemática e literatura. A terra prosperou como nunca antes, (e também depois).
FATO Nº 60:
O sistema de castas durou por cerca de 2000 anos (provavelmente mais do que qualquer outra civilização sob circunstâncias raciais similares). No entanto, as castas acabaram eventualmente se quebrando devido à miscigenação e hoje em dia praticamente não existem mais brancos puros restantes na Índia.
FATO Nº 61:
Hoje, a Índia possui 834 milhões de habitantes (atualmente mais de 1 bilhão), que falam 150 línguas e dialetos diferentes. Quando a chuva anual é insuficiente, eles morrem de fome numa taxa de cerca de 2.000.000 a 6.000.000 por ano. A Índia tem a mais alta taxa de natalidade na Ásia, uma das mais baixas rendas per capita do mundo, e uma taxa de analfabetismo de cerca de 70%.
EGITO
FATO Nº 62:
O Antigo Egito foi fundado e construído por Caucasianos Mediterrâneos (brancos) desde 4500 a.C. O período de grandeza do Egito foi de 3400 a.C até 1800. a.C. e foi caracterizado pela sua incrível arquitetura, pirâmides, templos e domínio da matemática e da engenharia, sendo que os remanescentes estão evidentes até hoje. Os Egípcios brancos foram os pioneiros na medicina, química, astronomia e leis; em muitos casos, seus feitos permanecem inigualáveis.
FATO Nº 63:
Mas por volta de 3400 a.C, a civilização egípcia começou a se espalhar pelo rio Nilo, causando um contato próximo com os Núbios negros no sul. Logo eles estavam usando negros para o trabalho escravo e o Egito se tornou o primeiro “caldeirão de mistura racial” da história (“melting pot”).
FATO Nº 64:
Com o tempo, a infusão do sangue negro subiu desde as classes inferiores da sociedade Egípcia. Os escravos acabaram sendo libertados, receberam igualdade política e tomaram postos de autoridade no governo.
FATO Nº 65:
Pela época do rei Tut (1370-1352 a.C.) até mesmo as classes dirigentes já tinham se miscigenado e o Egito entrou em uma espiral descendente. Hoje, o antes todo-poderoso Egito é um típico país de terceiro mundo, tendo perdido sua arte, sua medicina, sua habilidade arquitetônica, e sua posição nos assuntos mundiais.
A noção absurda de que o Antigo Egito foi um produto da engenhosidade negra está sendo agora amplamente disseminada nas escolas. Apesar de os estudiosos saberem que essa é uma mentira descarada, eles justificam a enganação ao declarar que ela irá impulsionar a “auto-estima” das crianças negras.
ÁFRICA DO SUL
(Nota: Estes fatos provavelmente irão mudar drasticamente agora que a África do Sul caiu sob domínio negro)
FATO Nº 66:
Gente branca tem vivido na África do Sul a muito mais tempo do que os negros. Há mais de 300 anos têm existido colônias brancas na África do Sul, o mesmo período de tempo que europeus tem vivido na América do Norte. Mesmo 150 anos após as primeiras colônias serem estabelecidas ao redor da Cidade do Cabo, ainda não havia quaisquer negros num raio de 500 milhas. Os negros vieram da África central depois, possivelmente fugindo do tráfico de escravos ou devido à fome. De fato, a maioria dos negros na África do Sul nasceu em outros países.
FATO Nº 67:
A África do Sul é de longe a nação mais rica e mais desenvolvida na África, produzindo cerca de 75% do PIB Africano. Ela é quase totalmente auto-suficiente, portanto boicotes tiveram pouco efeito sobre sua economia. De fato, a maior parte da África é dependente da África do Sul. A África do Sul é (era) governada por uma república parlamentar ocidental e estritamente segregada racialmente. A África do Sul garante (garantia) total autonomia de governo aos negros em suas próprias áreas do país.
FATO Nº 68:
Apesar da África do Sul ser eternamente criticada pela imprensa mundial por seu separatismo racial, seus negros vivem melhor do que os negros de qualquer outra nação africana e estão se multiplicando rapidamente e com saúde. 87% dos custos de assistência social para negros estão sendo pagos pelo homem branco. Isso inclui comida, roupas, treinamento profissional, casas, educação e serviços de saúde, até mesmo aposentadorias.
FATO Nº 69:
Milhares de negros sul-africanos se formam em universidades a cada ano, mais do que três vezes o resto da África combinado. Cada criança negra na África do Sul está a uma distância atingível a pé de uma escola primária. O maior hospital da África, que praticamente só serve exclusivamente a negros e realiza cerca de 1800 operações por mês, está na África do Sul.
FATO Nº 70:
Os negros na África do Sul possuem mais carros do que todos os cidadãos da União Soviética.
FATO Nº 71:
A África do Sul tem mais médicos, advogados, profissionais em geral e milionários negros do que todo o resto do mundo combinado.
FATO Nº 72:
De fato, as condições são tão “más” para os negros na África do Sul que o país tem um enorme problema com a imigração ilegal negra, tendo mais de um milhão de trabalhadores ilegais estrangeiros.
ISLÂNDIA
FATO Nºs 73-75:
A Islândia, a única nação totalmente branca no mundo, tem a maior taxa de alfabetização e instrução do mundo, 100%. É uma ilha de magma vulcânico resfriado, localizada logo ao sul do Círculo Polar Ártico. Ela não tem carvão, combustíveis, florestas, riquezas minerais ou recursos naturais e nenhum rio navegável. 75% do interior é inabitável e somente 1% da terra é arável. A Islândia é a mais jovem nação da Europa e um dos países mais isolados do mundo. No entanto, a Islândia é a segunda nação em expectativa de vida e tem um dos mais altos padrões de vida no mundo, em termos de renda per capita. Ela tem impressionantes instalações médicas e um próspero negócio no ramo de publicações. Praticamente toda família tem um telefone. Após a graduação na faculdade, cada estudante islandês aprendeu cinco idiomas.
MARTIN LUTHER KING
FATOS Nºs 75-77:
Em 31de janeiro de 1977, os registros do FBI sobre Martin Luther King foram selados por ordem judicial até o ano 2027, porque, segundo disse sua mulher, “sua liberação pública iria destruir sua reputação”. Esses registros são cercados de rumores sobre conterem exemplos de perversões sexuais bizarras e homossexualismo, e provas de que King estava sob ordens diretas de espiões soviéticos, e financiado pelo Partido Comunista.
FATO Nº 78:
O jornal The Wall Street Journal (de 9 de Novembro de 1990) revelou que os editores da Universidade de Stanford dos “Papéis de Martin Luther King Jr.” têm conhecido por muito tempo que King era culpado de plágio em sua tese doutoral na Universidade de Boston em 1955, tendo levantado significantes porções de trabalhos de outros escritores e estudantes universitários.
FATO Nº 79:
Martin Luther King freqüentemente buscava prostitutas e pagava-as com o dinheiro de sua igreja. Ainda assim, o congresso votou em tornar o aniversário de King um feriado nacional, na maioria dos lugares substituindo o dia de Colombo ou o aniversário de Washington como um dia de cerimônia oficial.
FATO Nº 80:
Quase todos os estados na união têm um feriado à Martin Luther King, e quase todas as cidades tem uma praça King ou um centro cívico King. Ainda assim, evidências eleitorais sugerem que os norte-americanos irão quase sempre votar contra honras para King sempre que dada a chance.
INFORMAÇÕES GERAIS
FATO Nº 81:
O continente inteiro da África, talvez a terra mais rica do planeta, responde por somente 3% do comércio mundial.
FATOS Nºs 82-84:
Praticamente todos os negros que foram líderes em campos diferentes dos esportes ou música tiveram alguma ascendência branca: Fredick Douglas, W.E.B. Dubois, Booker T. Washington, George Washington Carver, Alex Hailey, Thurgood Marshall, Bryant Gumbell, Colin Powell, Carl Rowan, Ed Bradley, Doug Wilder, etc. De acordo com o Dr. E.B. Reuter, “. . . Dos mais bem sucedidos e famosos homens que a raça negra produziu, ao menos 13/14 são homens de sangue misturado.
FATO Nº 85:
Negros são 50 vezes mais prováveis de portarem sífilis do que brancos.
FATO Nº 86:
Duas vezes mais negros recebem uma dispensa desonrosa do Exército dos Estados Unidos do que brancos.
FATO Nº 87:
Uma mulher branca tem 15 vezes mais chance de contrair AIDS ao praticar sexo com um negro do que com um homem branco heterossexual. (U.S. Centers for Disease Control/ Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos)
FATO Nº 88: 90% das crianças norte-americanas com AIDS são negras ou hispânicas.
FATOS Nºs 89-92:
Em 1950, as escolas norte-americanas estavam entre as melhores do mundo. No entanto, elementos vocais dentro de nossa sociedade exigiram que as escolas públicas tivessem um papel de engenharia social assim como educacional. Violentos distúrbios na educação norte-americana foram ordenados pela Suprema Corte com o propósito de quebrar as barreiras raciais.
Por 30 anos, as escolas norte-americanas têm desviado gigantescos recursos em integração forçada, cotas e transferência forçada de alunos de raças diferentes para “equilibrar racialmente” uma escola de um determinado bairro (“bussing”). (Poucas pessoas têm idéia de quão caro é esse transporte. O custo anual pode chegar a dezenas de bilhões de dólares. Em 1990, só a Califórnia gastou mais de 500 milhões de dólares por ano com integração. Muitos distritos escolares gastam mais de um quarto de sua verba em transporte. Em Milwaulkee apenas, e em apenas um ano escolar, 30.000 horas de trabalho dos funcionários públicos foi desviada calculando a raça dos estudantes para freqüentar as várias escolas).
Os resultados? Os estudantes de hoje estão no final da lista mundial em ciências e matemática, cerca de 40% dos adultos norte-americanos são funcionalmente analfabetos, e testes padronizados de pontuação declinaram firmemente tanto para brancos quanto para negros. Hoje o branco médio pontua 200 pontos acima no teste combinado SAT do que o negro médio. Os norte-americanos gastam mais em educação do que qualquer outro país no mundo e têm os piores resultados.
Maciças fugas brancas (“White flight”) de bairros e cidades para escapar ao zoneamento racial têm reduzido a base de impostos de todas as grandes cidades norte-americanas. Em 1983, depois de quase duas gerações de experimentação racial para promover igualdade, o braço de pesquisa do Departamento de Educação não podia produzir um único estudo que mostrasse que as crianças negras estavam aprendendo substancialmente melhor depois do fim da segregação.
FATO Nº 93:
Na África Negra, dirigentes duram em média 7 meses no poder.
FATO Nº 94:
Em 1995 um terço dos estudantes norte-americanos será não-branco, e brancos serão uma minoria nos distritos escolares de 5 estados.
FATO Nº 95:
Dr. William Shockley, prêmio Nobel por seu trabalho na invenção do transistor e renomado geneticista na Universidade de Stanford, disse: “A causa principal para o problema dos negros norte-americanos é hereditária em sua origem e, portanto não é remediável de forma significativa ao melhorar-se o ambiente”.
FATO Nº 96:
Em 1930, 33% da população do mundo era branca. Hoje, a ONU estima que somente 9,5% da população mundial seja caucasiana (branca). Esta porcentagem está caindo rapidamente.
FATO Nº 97:
Toda raça tem uma igual capacidade para aprender e contribuir para a civilização e quaisquer diferenças são causadas por preconceito e racismo. O FATO de que a pele branca está associada com a civilização é meramente um acaso da sorte e coincidência. Qualquer tentativa de distinguir as raças é motivada por paranóia e ódio. Nós devemos prevenir qualquer investigação sobre o assunto e trabalhar para misturar as sociedades em uma utopia sem raça, sem nacionalidade e harmoniosa.
FATO Nº 98:
Em 1988 houve 9406 casos de estupro negro-contra-branco e menos de 10 casos de estupro branco-contra-negro nos Estados Unidos.
FATO Nº 99:
No livro INTELLIGENCE AND NATIONAL ACHIEVEMENT, (INTELIGÊNCIA E DESEMPENHO NACIONAL), por Raymond Cattell, três estudiosos norte-americanos de destaque comparam evidências maciças sobre o Q.I. nacional dos EUA em relação às pontuações de outras partes do mundo e alertam sobre o declínio de qualquer nação cuja população apresente um declínio na inteligência. Levando em consideração as diferenças em taxa de nascimentos dos grupos étnicos nos Estados Unidos, eles concluíram que a habilidade mental norte-americana está declinando rapidamente.
FATO Nº 100:
Os contribuintes norte-americanos têm pago mais de 2,5 TRILHÕES de dólares tentando melhorar os negros desde a década de 1960.
FATO Nº 101:
FRASES: “A ignorância primitiva dos negros nunca inventou nenhuma arma eficiente de defesa ou destruição: eles parecem incapazes de formar qualquer plano extenso de governo ou de conquista: e a óbvia inferioridade de suas faculdades mentais tem sido descoberta e abusada pelas nações das zonas temperadas.” –Edward Gibbon, o grande historiador e autor de O DECLÍNIO E QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO (THE DECLINE AND FALL OF THE ROMAN EMPIRE), (V. III, pág. 277) “Onde quer que você encontre o negro, tudo está decaindo a sua volta, e onde quer que você encontre o homem branco, você vê tudo, ao redor dele, melhorando.” – Robert E. Lee, para o Col. Thomas H. Carter, maio de 1865.
* Os primeiros fatos são de conhecimento geral. As questões de inteligência são observadas em obras como a "Raça, Evolução e Comportamento: Uma perspectiva de História de Vida" de J. Philippe Rushton, apresentado no seguinte link de documento:
Raça, Evolução e Comportamento: Uma perspectiva de História de Vida
Há dias os brasileiros estão horrorizados com o vídeo "Cotas: essa conversa não é sobre você".
Aqueles que tiveram estômago forte para acompanhar até o final, assistiram à mulher negra exclamar: "Agora é tudo nosso (pretos), tudo nosso". Já outros, mais curiosos, acessaram o blogue da Renajune, grupo que assina a obra, em busca de mais informações e lá se depararam com um "poema" pregando o genocídio de brancos. No presente artigo não irei cair no clichê "Se fosse branco seria preso", e tampouco direi aquilo que já foi dito por outros, pelo contrário, aproveitarei o momento para demostrar uma verdade escondida pela imprensa internacional — o acontecimento está longe de ser um fato isolado, pois nós já estamos vivendo numa guerra racial sem fronteiras.
Na África do Sul, o governo comunista representado pelo Congresso Nacional Africano incentiva o massacre dos brancos. Dr. Gregory Stanton, diretor do grupo sem fins lucrativos Genocide Watch, anunciou suas conclusões após uma missão no país: "Há uma campanha orquestrada genocida visando brancos e agricultores brancos em particular". A respeitada organização divulgou um relatório sobre sua investigação pouco depois.
De acordo com especialistas e de estatísticas compiladas por cidadãos que pesquisaram as matanças, pelo menos 3.000 agricultores brancos na África do Sul, conhecidos como Boers (da palavra holandesa para "agricultor"), foram brutalmente massacrados durante a última década. Algumas estimativas colocam os números ainda mais altos, mas é difícil saber, porque o governo comunista propositadamente torna impossível determinar a verdadeira extensão dos crimes. O certo é que ao todo 10% dos agricultores comerciais do país foram exterminados, centenas de outros estão sob ataque.
Muitas vezes, no entanto, a brutalidade vai além do simples assassinato. Boa parte das vítimas, incluindo crianças e até bebês, são estupradas ou barbaramente torturadas antes de serem executadas ou deixadas para morrer. Testemunhas narraram casos onde água fervente foi despejada goela abaixo de brancos. Outros ataques envolvem queima com ferro quente ou corte de facões. Talvez o poema criado pela Renajune seja o prelúdio de algo semelhante no Brasil.
Porém, por causa da liberdade de expressão ilimitada, a melhor maneira de provar o que estamos defendendo é analisando os acontecimentos atuais nos Estados Unidos da América. O líder do partido terrorista Novos Panteras Negras "General Taco" prometeu caçar e matar os brancos. Sua ligação com ideologias marxistas pode ser percebida já no seu apelido, Taco, que significa: "taking all capitalists out", o que traduzido fica: "expulsando todos os capitalistas".
Geral T.A.C.O. (meio) e Dois panteras Mascarados:
"Uma vez que os brancos são mortos e enterrados, devemos cavar em cima, e matá-los outra vez. Enterrar, cavar novamente, e matá-los mais uma vez. E de novo, de novo!"
A ousadia dos macacos estadunidenses é tão grande, que defendem abertamente o uso de armas para atingirem seus objetos. Em outro caso curioso, Mikhail Muhammad dos Panteras Negras declarou não obedecer às leis americanas, nem mesmo a Constituição, visto que, segundo ele, são todas leis de brancos. Se ainda não se convenceu, leia esta ameaça feita pelo partido no Twitter, onde o perfil pede para que brancos, aqui chamados de crackers, sejam mortos assim que forem encontrados.
New Black Panther Party (Panteras Negras)
Diante disso tudo, conclui-se que a Guerra Racial inevitavelmente chegará a sua casa. Os governos alinhados com o marxismo desviam dinheiro dos impostos através das Secretarias de Igualdade Racial e afins para financiar a ideologia anti-branco. Os crioulos também estão preparados para o combate devido ao armamento ilegal em uso na pratica de assaltos e homicídios. Por conseguinte, seguem alguns conselhos ao branco prudente: não empregue ou dê oportunidades aos negros, boicote empresas que usam pretos nos comerciais ou apoiem as causas deles, proíba seus parentes de ter contato com pretos e em hipótese alguma os aceite dentro da sua família. Contudo, essas medidas preventivas não são o suficiente, é preciso se armar e aprender técnicas de combate, querendo ou não você é um soldado, então prepare-se, porque a Guerra Racial já começou.
O fracasso dos negros haitianos e a importância da raça no processo civilizatório
Em 1950, após os eventos da Segunda Guerra Mundial, antropólogos, biólogos e outros especialistas reuniram-se em Paris para declarar que as diferenças genéticas entre os povos não são fator determinante para o desenvolvimento civilizatório. Diante de uma afirmação tão forte, esperava-se que algo além de apelo a autoridade fosse oferecido pelos cientistas reunidos na Unesco, mas a explicação passou a ser aceita como dogma pela comunidade científica sem maiores análises, sendo posteriormente defendida contra os poucos recalcitrantes através de apelo emocional e terror psicológico.
Resta apenas a questão — haveria alguma maneira de verificar se tal teoria corresponde a realidade? Obviamente que sim, nenhuma manipulação, por mais adeptos que possua, é capaz de se sustententar diante de fatos contrários. No artigo de hoje confrontaremos esses fatos incômodos contando um pouco da história da antiga colônia francesa de São Domingos, conhecida atualmente por Haiti. Nele veremos como a dominação negra transformou a mais rica colônia do Novo Mundo no país mais pobre da América Latina e ao mesmo tempo ficará demonstrado que o negro volta ao seu natural estado selvagem se deixado sem a supervisão branca.
Descobrimento e período glorioso
Quem vê o Haiti de hoje sofrendo por causa da miséria, precisando recorrer à ONU para receber ajuda contra terremoto, não imagina que enquanto o território estava sendo gerido pelos brancos, era uma colonia próspera que contava com infraestrutura de causar inveja até em países europeus da época.
O Haiti foi descoberto por Colombo em 1492. Depois dos espanhóis se livrarem dos nativos americanos (1512), eles importaram escravos africanos para trabalharem na plantação. Em 1697, a Espanha cedeu o que é agora o Haiti para a França. Por volta de 1770, o Haiti ultrapassou as outras colônias francesas do Caribe em matéria de riqueza. As exportações de açúcar superaram qualquer outro território no mundo, somente o Haiti fornecia à França todo o consumo interno, os excedentes eram vendidos por enormes lucros. O solo do Haiti era fértil, extenso e irrigado, suas plantações bem geridas.
Até 1789 o Haiti era a glória das colônias francesas, a colônia mais rica do mundo, tão rica que passou a ser conhecida como "A Jóia do Caribe". O autor e historiador Bernard Diederich escreveu sobre a riqueza do antigo Haiti: "A prosperidade da colônia era tal que em matéria de dólar suas importações e exportações superaram os Estados Unidos no ano em que George Washington tomava posse para o seu primeiro mandato como presidente".
Controlado pela França, a colônia possuía tudo o que se pode esperar de nação civilizada. Contava com um governo constitucional com deputados eleitos pelo voto do povo, um senado, uma legislação avançada. Em se tratando de infraestrutura, tinha estradas, energia elétrica, escolas e igrejas. Na extremidade ocidental se localizava a cidade de Cap François, que possuía belos edifícios públicos e teatros de pedra e tijolo, o lugar chegou a ser conhecido como "A Paris das Antilhas".
Mas toda essa prosperidade estava prestes a acabar...
A revolução negra
Em 1789, a Revolução Francesa derrubou o rei e proclamou a doutrina da "Liberdade, Igualdade e Fraternidade". Esses acontecimentos tornavam iminente a revolta dos escravos haitianos. Em 1791 o governo da França aprovou uma legislação para eliminar progressivamente a escravidão em suas colônias do Caribe e conceder cidadania aos ex-escravos. Só que em vez de se tornarem cidadãos, a população negra assassinou todos os brancos e pardos que não conseguiram fugir a tempo.
As histórias dos sobreviventes eram de arrepiar. Os homens foram imediatamente agredidos até a morte, as mulheres foram violentadas por seus escravos, antes de serem torturadas e mortas juntamente com seus filhos. Em alguns casos, as mulheres foram jogadas em cima dos corpos de seus maridos, pais ou irmãos, em seguida, estupradas. A selvageria era generalizada.
Embora violenta, devemos admitir que em todas as raças, quando aparece a oportunidade de um grupo ressentido se vingar daqueles que são considerados seus opressores, as atrocidades foram quase uma constante. Em 3 de fevereiro de 1794, o governo revolucionário francês oficialmente aboliu a escravidão e declarou cidadãos todos os negros haitianos. Sem a presença dos brancos, o Haiti tornou-se a primeira República governada por negros em 1804. Será com os pretos no poder que poderemos fornecer indícios da importância genética da raça em relação à cultura.
O Haiti governado pelos negros
Com uma população predominantemente negra e governantes negros, o Haiti se tornou uma nação corrupta, miserável e violenta. Hoje, todas as suas cidades são favelas em ruínas, não há fazendas comerciais para alimentar a nação assolada pela AIDS. As florestas foram devastadas. A pobreza afeta os haitianos em muitos aspectos da vida cotidiana, incluindo nutrição, habitação, ambiente, educação, saúde e mortalidade infantil. Se antes o Haiti era comparável a países europeus, hoje é um verdadeiro país africano nas Américas. A extremidade da situação impede a qualquer pessoa racional considerar que o fim da escravidão ajudou a gente do Haiti.
Os pretos voltaram a se comportar como seus ancestrais africanos, toda a infraestrutura e técnicas herdadas dos europeus se perderam. Sem outras etnias para culpar, a população mergulhou em guerras civis e hoje a nação é dominado por gangues. Imigrar para territórios brancos e pedir ajuda internacional se tornaram as únicas esperanças. Se comparados com colonos brancos que passaram por situação semelhante, por exemplo, os norte americanos que superaram economicamente a metrópole Inglaterra, ou mesmo Brasil, Argentina, Uruguai e outros países da América Latina onde os brancos permaneceram como a classe governante, não há como negar a importância da raça para o estado civilizatório de um povo.
Considerações finais
O relato até aqui já se mostra suficiente para provar o que foi proposto, porém, será de grande utilidade adiantar algumas possíveis colocações.
Diante da incontestável presença dos fatos, os afrocentristas apelam para falácias que se apoiam na obscuridade do passado distante, sendo a mais comum a de que a antiga civilização egípcia era formada por negros. Ignoram que no simpósio realizado pela própria UNESCO em 1974 a Hipótese do Egito Negro foi rejeitada por 90% dos delegados. Dotados de uma mente capaz de conviver com as maiores contradições, esses negrófilos passam da ideia de que o preto precisa de benefícios uma vez que foi vítima histórica das outras raças por séculos de economia escravagista à defesa do negro poderoso, capaz de erguer os maiores impérios, inclusive escravizando caucasianos e orientais por milênios. Certo é que tais apologistas não estão dispostos a indenizar os povos explorados durante a construção das pirâmides a fim de sustentar suas mentiras.
Oficiais egípcios (brancos) contando escravos de guerra núbios (pretos). Tumba de Horemheb da dinastia XVIII em Memphis.
Falemos a verdade aos negros, todas as páginas de samba e funk não valem duas linhas de Mozart, a "filosofia africana" completa não se compara a uma única inspiração de Aristóteles, nem a macumba desenvolvida por centenas gerações pelos pretos se iguala a um simples remédio para resfriado desenvolvido pela ciência dos brancos. As exceções, os "negros que foram alguma coisa", se tratam de indivíduos que viveram sob a cultura de outras raças, por isso devendo tudo as mesmas. Se algum mérito possuem, foi o de abandonar sua natureza selvagem para imitar os de genética superior.
Para chegar a essa conclusão não é preciso discutir o DNA de povos antigos, basta verificar o que acontece quando há a convivência entre as raças na mesma sociedade, ou examinar a conduta dos pretos quando chegam ao poder, como fizemos hoje no caso do Haiti. Os negros tiveram sua chance, conquistaram um território onde havia o que há de mais moderno em matéria de cultura e tecnologia, mas jogaram tudo no lixo para retornarem ao comportamento animal.